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Autismo: 5 informações essenciais.

  • Foto do escritor: Multisoft Saúde
    Multisoft Saúde
  • 26 de dez. de 2019
  • 2 min de leitura

Atualizado: 18 de abr. de 2020


TEA ou Transtorno do Espectro Autista. Sigla que reúne várias situações clinicamente distintas onde indivíduos apresentam determinadas características que as limitam de um contato sócio emocional padrão.

O que sabe até hoje sobre o TEA?

1. Há sua causa não é definida ou específica. Especialistas acreditam ser o resultado da interação entre os genes e o ambiente. Cada pessoa tem uma estrutura genética única. Cada indivíduo a influências ambientais únicas desde a sua vida no útero. A interação destes fatores únicos, próprios e específicos de cada um pode resultar no TEA.

2. O diagnóstico precoce é muito importante para o prognóstico. Algumas crianças apresentam sinais antes dos 2 anos de idade. Época muito importante para o diagnóstico pois quanto antes o tratamento é iniciado, melhor.

Os sinais de alerta mais acentuados, como o exposto no Manual de Orientação para TEA, elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria, são:


· Até os 6 meses: poucas expressões faciais, baixo contato ocular, ausência de sorriso social e baixo engajamento sociocomunicativo.

· Até os 9 meses: não faz troca comunicativa, não olha quando chamado; não olha quando o adulto aponta, imitação pouca ou ausente.

· Até os 12 meses: não apresentam gestos convencionais (dar “tchau”), não fala duas sílabas juntas; ausência de atenção compartilhada.


Importante ressaltar que estes sinais NÃO são sinônimo de diagnóstico de TEA. Esses sinais devem chamar a atenção dos pais e cuidadores, mas quem pode fazer o diagnóstico é uma equipe especializada.

3. O diagnóstico é embasado em escalas internacionalmente validadas que devem ser aplicadas por especialistas da área. Não há um exame laboratorial ou por imagem específico para o TEA.

4. Doenças associadas ao TEA que devem ser identificadas. São elas: transtornos de ansiedade, ansiedade de separação, Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), tiques motores, comportamentos auto lesivos, transtornos de déficit de atenção e hiperatividade, deficiência intelectual, déficit de linguagem, alterações sensoriais, doenças genéticas, transtornos gastrointestinais, distúrbios neurológicos como epilepsia e distúrbio do sono.

5. O tratamento do TEA deve ser feito por uma equipe multiprofissional. Além do pediatra, devem fazer parte dessa equipe: psicólogo, psiquiatra, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, geneticista, educador físico e pedagogo.



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